Museu Imperial
O prédio foi construído entre 1845 e 1862 como residência de verão da família imperial e virou museu em 1943, sem grandes reformas na estrutura original. É por isso que a visita tem um quê de casa habitada: móveis, roupas, joias e documentos de Dom Pedro II e da família ficam expostos nos mesmos cômodos onde foram usados, não numa sala de vitrines genérica.
O ingresso dá acesso ao palácio (10h às 18h, entrada permitida até 17h15), aos jardins projetados no estilo inglês e ao Pavilhão das Viaturas, onde ficam as carruagens imperiais. A peça mais fotografada é a coroa de Dom Pedro II, com mais de 600 diamantes e 77 pérolas — fica em uma sala com vigilância reforçada, sem flash.
O museu fecha às segundas. Funciona de terça a domingo, com bilheteria aberta das 9h30 às 17h. Entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo do mês para moradores de Petrópolis, mediante comprovante — não vale para quem vem de fora.
Dica do editor
Chegue na abertura da bilheteria, 9h30, se a visita cair num fim de semana de julho ou dezembro. Depois das 11h a fila para entrar no palácio costuma passar de 40 minutos.
Reserve com quem leva até lá
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Perguntas frequentes
O museu fecha que dia da semana?
Segunda-feira. Abre de terça a domingo, incluindo a maioria dos feriados — exceto Dia do Trabalho, Natal e Ano Novo.
Precisa comprar ingresso antes de ir?
Não é obrigatório. Compra-se na bilheteria, mas em feriados prolongados a fila para o palácio cresce rápido depois das 11h.
Dá para visitar com crianças pequenas?
Dá, os jardins ajudam a quebrar o passeio. O acervo em si — mobília, documentos, joias — prende mais adultos e crianças a partir dos 8, 9 anos.
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