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Fachada normanda-francesa do Palácio de Quitandinha vista a partir do lago, em Petrópolis

Palácio de Quitandinha

Vale conhecer Cultura

Construído entre 1941 e 1946 pelo empresário Joaquim Rolla, o Quitandinha nasceu para ser o maior hotel-cassino da América do Sul, com 440 quartos e salões pensados para rivalizar com os cassinos europeus. O fechamento dos cassinos no Brasil, em 1946, chegou quase junto com a inauguração. O prédio nunca funcionou como cassino de fato, e passou décadas alternando entre hotel, condomínio e sede de eventos até o Sesc Rio assumir as áreas sociais em 2007.

Hoje a visita cobre os salões, o teatro e o entorno do Lago Quitandinha, com programação cultural variável: exposições, ações educativas, apresentações. A arquitetura é o motivo real de ir: fachada em estilo normando-francês, interiores desenhados por Dorothy Draper e uma escala que não combina com o resto do centro histórico, mais modesto em tamanho.

A bilheteria funciona de terça a domingo e feriados, das 9h às 18h, com visitas guiadas de terça a domingo, das 10h às 16h30. O entorno do lago abre no mesmo intervalo de dias, das 9h às 17h. Entrada e visita guiada são gratuitas.

Dica do editor

Reserve pelo menos vinte minutos para caminhar ao redor do Lago Quitandinha antes ou depois da visita ao salão principal: é de lá que se vê a fachada inteira, difícil de enquadrar de perto.

Reserve com quem leva até lá

Sem precisar dirigir

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Os botões de reserva abrem o site da Booking.com, da Viator ou da Civitatis, onde você conclui a compra.

Perguntas frequentes

O Palácio de Quitandinha funciona mesmo como hotel?

Não mais como hotel aberto ao público em geral. As áreas sociais (salões, teatro e entorno do lago) foram adquiridas pelo Sesc Rio em 2007 e hoje funcionam como centro cultural, com programação própria.

Precisa pagar para visitar?

Não. Tanto a entrada quanto a visita guiada são gratuitas, incluindo o acesso ao entorno do Lago Quitandinha.

Vale a pena visitar num dia de chuva?

Vale: os salões internos protegem bem da chuva, embora a caminhada ao redor do lago, que é a parte mais fotogênica, perca um pouco sem sol.

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